Mais uma vez o vento sopra
Mais uma vez o frio cruza ruas perigosas
Mais uma vez eu explodo
Sem cuspir nada pra fora
Acho que isso que me devora
So assim para caber tanta coisa no mesmo lugar
E a chuva cai
Vermelha como um grande sonhador
Um grande elixir de casualidade
Tão profundo como um lacre após a tampa
E tão vazio como um oasis no deserto
Quatro rodas numa carcaça de metal
E sem nenhum freio
Que possa fazer isso parar
Continuar é um passo a menos para o fim
Mais é uma boa opção
Para quem não quer correr o risco
De um dia acordar e vê
No que o mundo se tornou.

:)
ResponderExcluirThi,muito lindo seu blog e poesia muito reflexiva!Adorei!Bjs,
ResponderExcluir